A Organização Mundial da Saúde (OMS) emitiu um comunicado oficial nesta terça-feira (12) para tratar dos recentes casos de hantavirose registrados na América Latina, incluindo o Brasil. A organização foi enfática ao afirmar que, embora a patologia exija atenção médica rigorosa, a situação epidemiológica atual está sob controle e não há fundamentos para um alerta de emergência global.
Transmissão Limitada
O principal argumento da OMS para descartar um alerta maior é a forma de contágio. Ao contrário de vírus respiratórios de alta mutação, o hantavírus é transmitido principalmente pelo contato com excretas de roedores silvestres. A transmissão de pessoa para pessoa é considerada extremamente rara e documentada apenas em casos muito específicos, o que dificulta a ocorrência de uma pandemia.
Foco na Vigilância Regional
O trabalho agora se concentra na Vigilância Sanitária regional. Os países foram orientados a reforçar o monitoramento em zonas rurais e áreas de desmatamento, onde o contato entre humanos e roedores é mais frequente. “O sistema de saúde global está muito mais preparado para identificar e isolar esses casos hoje do que em décadas passadas”, afirmou a organização.
Recomendação aos Cidadãos
O portal Bahia 24 Horas reforça que a decisão da OMS não anula a necessidade de cuidados básicos. Manter casas e depósitos limpos, arejados e livres de roedores continua sendo a principal barreira contra a doença. O momento é de vigilância consciente, e não de alarmismo.
Fonte: A tarde

























































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