O delegado Charles Leão, titular da Delegacia de Repressão aos Crimes de Estelionato por Meio Eletrônico (DreofCiber), que investiga o desvio de doações por meio de golpe do pix, na Record TV Itapoan, em Salvador, afirmou que as vítimas contaram a mesma versão. A declaração ocorreu em entrevista ao programa Se7e da Matina, da BNews TV, nesta quinta-feira (13).

“Eu tenho indícios suficientes para informar que houve um caso grave e que ele está sendo apurado. Porque quando eu ouço quatro pessoas, em estado de vulnerabilidade, e todas confirmam que a chave pix não foi fornecida por ela, e sim, pelo jornalista, isso gera processo de não transparência. De outra parte, ouço representantes da empresa que informaram que não existe chave pix, então há esse ato. Houve um fato grave e está sendo apurado”, disse o delegado.
A autoridade policial destacou ainda que há provas concretas para comprovar que o crime existiu. No entanto, a autoria ainda depende da finalização da investigação, que tem entre 11 a 15 pessoas ouvidas.

“Sobre autoria, temos em média entre 11 a 15 pessoas, sob nossa investigação. Isso vai ser finalizado no final do procedimento, a investigação é dinâmica, temos que entender como cada pessoa se compreende nessa situação”, disse.

Ainda conforme o delegado, com o começo das apurações, cerca de 27 pessoas já foram escutadas por meio de depoimentos.

Segundo o Delegado, cerca de 27 pessoas já foram ouvidas, entre elas, jornlistas, funcionários da emissora e sipostas vítmas da fraude.




























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