Sapeaçu é culturalmente marcada pelo fato de que “os filhos da terra” e os “chegantes” que aqui resolveram ficar e fundar família gostem de sua história, tal qual transmitida de geração a geração, com acréscimos de resultado de pesquisa que conseguiu ser aprendida coletivamente, em seus traços mais gerais.
Em verdade, portanto, os habitantes da cidade Sapeaçu e de sua região geográfica cultivam a memória do lugar. É uma memória cujos dados mais antigos falam de uma vila, Vila Sapé de sua promessa em erguer um templo à mãe do Cristo e da luta devastadora dos indígenas aqui viveram.
Afinal, qual é o Sapeaçuense ou filho da terra que você leitor mais se lembra? Se você tivesse que escolher um filho da terra como símbolo deste pedaço de chão, quem seria o seu escolhido? Um político, um comerciante, um coronel das antigas, um médico? A lista é grande! Tem memória curta? Há, vou lhe dar uma pista……Livro Sapeaçu Nossa Terra!
Aqui já deu até descendente de árabe. Tem dúvidas? há, vá nos anais da história. Esse pedacinho de chão já encantou Sergipanos, Alagoanos, Paulistas, Cariocas que viram na cidade a oportunidade de negócios e muito mais além. Viram nas mulheres Sapeaçuenses, suas paixões, seus amores e projetos de famílias! e tome família nisso! Seus rebentos ou herdeiros estão por ai! E como estão.
Essa memória, de se contar ,sobre os agregados que a humilde e pacata cidade de Sapeaçu abraçou e tem abraçado, falta até dedos para enumerar os que aqui chegaram, alguns já partiram, outros estão por ai é tão preservada na memória de muitos, inclusive neste que me deu esse texto de presente e contada e deve ser preservada para sê-la, apresentada ao fundador e do grupo que emancipou Sapeaçu e mostar o quanto essa cidade é de um povo amoroso, acolhedor, hospitaleiro e sonhador e que acredita e que deposita às vezes às cegas, a confiança nestes.
Resguardadas as proporções e nem tanto assim, uma canção de Gilberto Gil, diz: “A Bahia já me deu régua e compasso” – Aqui, o que me presenteou com esse texto, delira e escreve: “Sapeaçu já deu régua e compasso” Isso mesmo, pra descendentes de árabes, baianos de outras cidades e de outras partes do Brasil, Sapeaçu deu e tem dado tudo! e Como dá! Há, já que falamos de forma poética do maestro Gilberto Passos Gil Moreira, o Gilberto Gil, outra melodia é bem emblemática: “Alguém me avisou pra eu pisar nesse chão devagarinho” Há se 100% disso fosse feito! – Quão bom seria!
São muitas coisas que não caberia aqui nas páginas do meu amigo! Desse Sapeaçuense nato! poderia falar de personagens Sapeaçuenses, das estradas, os velhos casarões, as velhas e interessantes histórias, a economia. de nomes renomados (desculpem a redundância) de comerciantes e suas histórias. São tantos os temas que a minha memória tenta preservar e entregar aos anos vindouros que se torna difícil mencionar tudo.
Há! Uma coisa boa! Estão, um grupo de Sapeaçuenses, roxos e natos, trazendo pro nosso tempo, a memória de um povo hospitaleiro, amoroso e acolhedor! E mostrando que Sapeaçu tem memória e personagens marcantes. A FLISAPÉ SERÁ O PONTO DE PARTIDA PARA O SAPEAÇUENSE VER QUE SAPEAÇU TEM MEMÓRIA, POVO E GENTE QUE DE UMA FORMA OU DE OUTRA, ATRAVÉS DE UM PEQUENO OU GRANDE ATO, FEZ E DEIXOU SEU NOME POR SAPEAÇU E QUEM NÃO DEVE JAMAIS SER ESQUECIDO.
Aos SAPEAÇUENSES aqui nascidos ou aqui abrigados nesta cidade que, A CULTURA é história! Lembrar, não como adoração ou idolatria e sim como respeito, carinho e reconhecimento aos filhos da terra, os Sapeaçuenses, que deram e ainda dão sua contribuição por um pedaço de chão amado e querido.




























































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