
Ao todo, 7,7 milhões de pessoas estão sem emprego no país, o que representa um aumento de 13,1% (ou mais 891 mil pessoas) em relação ao trimestre anterior, mas um recuo de 10,5% (menos 909 mil pessoas) em comparação com 2024.

A população ocupada no Brasil foi de 102,5 milhões, uma queda de 1,3% (menos 1,3 milhão de pessoas) no trimestre e um aumento de 2,3% (mais 2,3 milhões de pessoas) no ano.
Com isso, 57,8% das pessoas em idade de trabalhar no Brasil (14 anos ou mais) estão empregadas — é o que o IBGE chama de nível de ocupação.

Segundo Adriana Beringuy, coordenadora de pesquisas domiciliares do IBGE, o aumento da taxa de desemprego no trimestre demonstra um comportamento sazonal, geralmente observado no início do ano.
As demissões são mais comuns no primeiro trimestre porque terminam os contratos de empregados temporários admitidos para atender à demanda do Natal. No entanto, a taxa de 7% ainda caracteriza um mercado de trabalho aquecido, destaca a especialista.

Ao todo, 7,7 milhões de pessoas estão sem emprego no país, o que representa um aumento de 13,1% (ou mais 891 mil pessoas) em relação ao trimestre anterior, mas um recuo de 10,5% (menos 909 mil pessoas) em comparação com 2024.
A população ocupada no Brasil foi de 102,5 milhões, uma queda de 1,3% (menos 1,3 milhão de pessoas) no trimestre e um aumento de 2,3% (mais 2,3 milhões de pessoas) no ano.

Com isso, 57,8% das pessoas em idade de trabalhar no Brasil (14 anos ou mais) estão empregadas — é o que o IBGE chama de nível de ocupação.
Segundo Adriana Beringuy, coordenadora de pesquisas domiciliares do IBGE, o aumento da taxa de desemprego no trimestre demonstra um comportamento sazonal, geralmente observado no início do ano.

As demissões são mais comuns no primeiro trimestre porque terminam os contratos de empregados temporários admitidos para atender à demanda do Natal. No entanto, a taxa de 7% ainda caracteriza um mercado de trabalho aquecido, destaca a especialista.
“Embora tenha havido retração da ocupação, ela não comprometeu o contingente de trabalhadores empregados com carteira assinada, por exemplo.”
Veja os destaques da pesquisa
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Taxa de desocupação: 7%
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População desocupada: 7,7 milhões de pessoas
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População ocupada: 102,5 milhões
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População fora da força de trabalho: 67 milhões
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População desalentada: 3,2 milhões
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Empregados com carteira assinada: 39,4 milhões
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Empregados sem carteira assinada: 13,4 milhões
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Trabalhadores por conta própria: 25,9 milhões
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Trabalhadores domésticos: 5,7 milhões
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Trabalhadores informais: 38,9 milhões
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Taxa de informalidade: 38%































































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