/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2024/K/p/f7UHlURDKYCRIxFXaaKw/whatsapp-image-2024-11-05-at-21.50.26.jpg)
O israelense suspeito de injúria racial e corrupção ativa, na Ilha de Boipeba, destino turístico de Cairu, no baixo sul da Bahia, foi solto nesta quinta-feira (7), dois dias após supostamente cometer os crimes. A informação foi divulgada ao G1 pelo delegado Tiago Campos, que atua na Delegacia Territorial da cidade
Identificado como Shlomo Rein Negev Tobiana, o jovem de 20 anos foi detido em flagrante na tarde de terça-feira (5), suspeito de chamar de macacos dois trabalhadores negros, que atuam no transporte de bagagens e mercadorias da região. O turista também é acusado de tentar pagar policiais militares para não ser detido. A defesa dele nega os crimes.
O israelense passou por audiência de custódia nesta quinta-feira e a Justiça da Bahia concedeu liberdade provisória para ele. Não há detalhes, no entanto, sobre o teor da decisão. O G1 tentou contato com a Embaixada de Israel no Brasil, mas não conseguiu retorno até a última atualização desta reportagem.

Conforme detalhou o delegado Tiago Campos, os policiais militares foram acionados pelas vítimas, que exibiram um vídeo do turista chamando os dois de macacos. Após a abordagem, o suspeito foi encaminhado para a Delegacia de Cairu.

Na unidade, os envolvidos foram ouvidos e foi lavrado o auto de prisão em flagrante pelos crimes de injúria racial e corrupção ativa, sem cabimento de fiança. O israelense passou por exames de corpo de delito e ficou preso, até passar pela audiência de custódia.

O delegado informou ainda que, além da Justiça, o Ministério Público da Bahia, à Defensoria Pública do Estado, o Consulado de Israel no Brasil e a Polícia Federal também foram comunicados da prisão.





























































Comente este post