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Maduro anunciou a medida em uma reunião conjunta do Conselho de Estado e de Defesa com autoridades de seu governo na tarde desta terça (30) e a informou ao público venezuelano em pronunciamento horas mais tarde. O presidente disse que “quer ver os policiais nas ruas até que haja a consolidação do plano de paz”.

Maduro também convocou seus apoiadores para comparecerem nesta quarta para a frente ao Palácio de Miraflores, sede do governo, para um protesto em seu favor.

As medidas são uma resposta do governo à onda de protestos de oposição que tomaram o país desde segunda-feira (29), com o anúncio da vitória de Maduro nas eleições com 51% dos votos, segundo dados do Conselho Nacional Eleitoral (CNE).

Os números divulgados pela autoridade eleitoral são contestados pela oposição e pela comunidade internacional, que pedem a divulgação das contagens completas dos votos.

Os protestos em todas as regiões do país, que se estendem até a noite desta terça (30), deixaram ao menos 11 mortos e dezenas de feridos, segundo ONGs venezuelanas. Maduro responsabilizou seus principais opositores, María Corina Machado e Edmundo González, pelos protestos e disse que a justiça vai chegar para eles.

O presidente Maduro responsabilizou seus opositores, Edmundo González e María Corina Machado, “pela violência, pelos mortos e pela destruição” ocorridos no país desde as eleições e disse que “a Justiça vai chegar” para eles.

O procurador-geral venezuelano disse nesta terça que mais de 700 pessoas foram presas. Nesta terça, Maduro prometeu penas de até 30 anos para os manifestantes presos: “passarão, no mínimo, de 15 a 30 anos na prisão e desta vez não haverá perdão.”





























































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