

Como parte da estratégia de ampliar as ações no combate ao enfrentamento da violência contra a mulher, acontecerá na cidade de Sapeaçu, como alusão ao agosto Lilás, o I Fórum Municipal de Enfrentamento À Violência Contra a Mulher, no dia 15 de agosto.

O intuito do I Fórum é discutir, informar e encontrar alternativas de combate a letalidade e da violência contra mulheres , assim como boas práticas no enfrentamento da violência doméstica no meio corporativo e a observância da Lei Maria da Penha.

O evento será um espaço de trocas e mobilização de toda a sociedade Sapeaçuense para debater e divulgar a Lei Maria da Penha, discutir dados estatísticos, a partir de recortes de raça, etnia, gerações, territórios e comunidades tradicionais. Assim como, incentivar a criação de políticas públicas e desenvolver propostas de melhorias, ampliar a visibilidade das boas práticas de enfrentamento à violência contra a mulheres, com palestras com personalidades importantes que estarão presentes neste I Fórum em Sapeaçu.

O Fórum, que vai ser realizado em Sapeaçu, vai buscar dimensionar os problemas existentes a partir de dados e estudos sobre a violência doméstica e familiar, além de ajudar a fortalecer os mecanismos institucionais de defesa dos direitos das mulheres. Essa é uma iniciativa que reforça a atuação de todos para mobilizar toda a sociedade em torno dessa causa tão urgente

Liliany Santana, pontua sobre tipos de violência contra a mulher

No tocante a importância deste I Fórum em Sapeaçu, a Presidenta do Conselho Municipal de Saúde de Sapeaçu, Liliany Santana,pontuou: pra nossa reportagem “O mês de agosto é considerado o mês de conscientização pelo fim da violência contra a mulher. Existem cinco tipos de violência contra a mulher: A VIOLÊNCIA FÍSICA , o chutar o bater, o agredir, a VIOLÊNCIA PSICOLÓGICA, se refere a humilhação o insultos, abandono, perseguição, ameaças, como também a VIOLÊNCIA MORAL, que é a calúnia, difamação, a mentira e a VIOLÊNCIA SEXUAL, que é o estupro ou ato forçado sem que a mulher deseja.´E existe por fim,a VIOLÊNCIA PATRIMONIAL, que é o não permitir que ela faça uso das suas coisas como também quebra de objetos e não permitir que a mulher trabalhe”. E o dia 07 de agosto de 2006,, continua Liliany,”foi a data que ocorreu a sanção da Lei Maria da Penha. A lei que resguarda e protege a mulher contra esses tipos de abusos de violência”
Dados e estudos sobre violência contra a mulher
Conforme dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública e do Datafolha, 33,4% das mulheres brasileiras com 16 anos ou mais sofreram violência física ou sexual por parceiro íntimo ao longo da vida. Ao considerar, também, psicológica, o percentual atinge 43%. Isso significa que cerca de 27,6 milhões de brasileiras sofreram alguma forma de violência por parceiro íntimo. Esses dados corroboram a necessidade de ações tanto do poder público quanto de empresas privadas para o enfrentamento da violência doméstica e familiar contra a mulher.

Outros dados e estudos
Segundo o Dossiê Mulher, 43.594 mulheres foram vítimas de Violência Psicológica em todo o estado do Rio de Janeiro, em 2022. Mais da metade dos crimes aconteceu dentro de sua residência e foi cometido, em sua grande maioria (67,6%), por pessoas conhecidas. A maior parte das vítimas possuía entre 30 e 59 anos e mais da metade era negra.

O primeiro Fórum Municipal de Enfrentamento À violência Contra a Muher, vai acontecer no auditório do Colégio Municipal de Sapeaçu, a partir das 07:30 da manhã e contará, conforme a programação com a participação de magistrados renomados, inclusive do ex-Juiz de Sapeaçu, Bruno Barros, bem como da atual Juíza designada, Drª Vanessa Gouveia Beltrão e da Advogada Drª Tainara Souza.





























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