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PT e Bolsonaro são os mais atacados entre presidenciáveis no debate da Rede Globo

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A Rede Globo realizou, na noite da última quinta-feira (4), o último debate antes do primeiro turno das eleições entre os candidatos à Presidência da República. Dentre os presidenciáveis, foram convidados Álvaro Dias (Podemos), Ciro Gomes (PDT), Fernando Haddad (PT), Geraldo Alckmin (PSDB), Guilherme Boulos (PSOL), Henrique Meirelles (MDB) e Marina Silva (Rede). Jair Bolsonaro (PSL) não participou, de acordo com recomendação médica.

Logo no início do debate,  Marina Silva pediu que os eleitores não votem sendo guiados por medo ou discurso de ódio. Dessa forma, seria impossível governar o Brasil, afirmou a candidata, se referindo à polarização e uma possível instabilidade política, econômica e social.

O partidos dos Trabalhadores, um dos alvos da discussão, foi  imediatamente atacado por Ciro Gomes, afirmando que o PT  não tem condições de unificar o país e livrar as pessoas da “radicalização estúpida que Bolsonaro representa”. Alckmin também atacou o PT, além de afirmar que nenhum dos lados tem medidas eficazes para livrar o Brasil da crise.

Álvaro Dias levou um questionamento até para quem não poderia estar no debate: o ex-presidente Lula. Ele direcionou a pergunta para o indicado petista, Fernando Haddad. Durante a resposta, Haddad criticou o comportamento de Álvaro.

“O senhor não respeita tempo, não respeita os adversários nem as regras do debate”, disse.

Durante a engessada discussão, num formato um pouco diferente de outras emissoras. Neste último, inclusive, todos ficavam sentados e se dirigiam ao centro do estúdio (púlpito) no momento do questionamento, o ex-ministro Meirelles não se conteve e por inúmeras vezes esbravejou que é “ficha limpa”. Num determinado momento, Álvaro Dias não suportou mais ouvir e o acusou de “cúmplice de corrupção”.

Um dos assuntos que muito repercutiu nas redes sociais  foi o confronto direto entre Boulos (PSOL) e Alckmin (PSDB). Sobre a reforma trabalhista, o tucano afirmou  que “nenhum direito foi tirado”  e defendeu a terceirização, as privatizações e reforma tributária.

O candidato do Psol reagiu dizendo que ficou mais difícil encontrar um emprego com carteira assinada depois da reforma, que prometeu revogar se eleito, e ainda criticou “privilégios” para o que ele chamou de classe mais favorecida.

 

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