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Prefeitura volta a chamar greve dos professores de partidária

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Quase duas semanas após o início da greve dos professores, a Prefeitura de Salvador voltou a criticar a paralisação, a qual chama de “partidária”. Segundo o secretário municipal de Educação, Bruno Barral, a gestão “está aberta às negociações”, no entanto, “um pequeno grupo prefere deixar os alunos sem aula”.

“É um movimento que desde o início teve pouca adesão, apontando seu viés partidário, uma vez que as lideranças sindicalistas são ligadas a partidos de oposição à Prefeitura. Nossos alunos não podem ser vítimas desse tipo de jogo de interesse”, critica.

Segundo a Secretaria Municipal da Educação (Smed), um levantamento realizado nesta segunda-feira (23), mostrou que 90% das escolas da capital estão funcionando, o que equivale a 388 das unidades. Deste número, 44 estão paradas.

“Os números reiteram diariamente a adesão reduzida a um movimento que simplesmente ignora os avanços que já tinham ocorrido nas mesas de negociação que vinham ocorrendo”, frisa o secretário.

A greve foi decretada após uma assembleia entre a categoria realizada em 11 de julho. Em uma carta divulgada na época, o Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado da Bahia (APLB), responsabilizou o prefeito ACM Neto (DEM) pela interrupção das aulas. Os docentes informaram aos pais e alunos que há três anos não há reajuste no salário e no auxílio alimentação.

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