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Indústria baiana aposta em energia eólica para ganhar mais competitividade

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Braskem e Ferbasa investem quase R$ 1 bilhão para diversificar matriz energética
Os bons ventos que sopram no sertão baiano e geram energia limpa e em abundância são a nova aposta da indústria siderúrgica e petroquímica do estado para ganhar mais competitividade. Primeiro, foi a Companhia de Ferro Ligas da Bahia (Ferbasa) que investiu R$ 450 milhões na aquisição do Complexo Eólico Guirapá, localizado entre os municípios de Pindaí e Caetité. Ontem, foi a vez da Braskem anunciar um acordo com a francesa EDF Renewables para a compra de energia do Complexo Eólico Folha Larga – ainda em fase de implantação – em Campo Formoso. O valor do contrato, que terá duração de 20 anos, alcança também recursos da ordem de R$ 450 milhões.

“Esta é a primeira vez que a companhia incorpora a energia eólica dentro da sua matriz energética. A Bahia é um estado de destaque nacional nesta área, com um potencial fantástico, e era desejo da empresa que este processo começasse por aqui”, disse Gustavo Checcucci, diretor de energia da Braskem, durante visita ao CORREIO, acrescentandoa ainda que a iniciativa agrega três componentes fundamentais para companhia: a energia gerada pelos ventos é economicamente competitiva, ambientalmente sustentável e tem um forte apelo social.

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