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Centro de Estudos Afro Orientais da Ufba recebe projeto que conta a história da capoeira no bairro Dois de Julho

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O projeto Vadiando começou as suas atividades no bairro do Dois de Julho, centro de Salvador, no dia 5 de dezembro. O Centro de Estudos Afro Orientais (CEAO), pertencente à Universidade Federal da Bahia, recebeu o evento gratuito, que trouxe como mote o imaginário simbólico da capoeira no bairro, os mestres que ali viveram e vivem, as rodas de capoeira e as curiosidades em torno dessa cultura popular. O projeto contará a história do bairro do Dois de Julho, através do contexto simbólico da capoeira, lembrando os mestres que ali viveram, as rodas e curiosidades sobre esta temática.

Com patrocínio da FGM, apoio do Centro de Estudos Afro Orientais – CEAO/UFBA, e do comércio local, após três meses de projeto, com oficinas regulares às segundas, quartas e sextas, as aulas serão finalizadas no próximo dia 23 de março. O projeto ofereceu oficina de “Capoeira – Educação”, ministrada pelo contramestre Veru Filho, e “Educação Artística”, ministrada pela capoeirista e arte educadora Nildes Sena, que teve a finalidade de contar a história do bairro do Dois de Julho, tendo como mote o imaginário simbólico da capoeira no lugar.

Com todo o material produzido durante as aulas, o público atendido no projeto – um grupo crianças e jovens da comunidade – irá apresentar o resultado final de toda a aprendizagem. Entre os dias 26 e 28 de março, sempre a partir das 18 horas, na Casa do Benin, acontecerá uma grande mostra artística envolvendo todos esses alunos e a comunidade, fazendo parte, inclusive, da programação cultural do aniversário de Salvador.

Na abertura da mostra artística, haverá evento solene para gestores públicos, mestres de capoeira e pesquisadores da cultura popular, quando será lançada a Cartilha Digital, que contará a história da capoeira no bairro do Dois de Julho. Essa cartilha é resultado de uma pesquisa realizada pelo Contramestre Sem Terra, cientista social e etnógrafo. Além disso, a programação dos demais dias envolverá a exibição de uma projeção audiovisual, mostrando entrevistas com mestres de capoeira que atuam no Dois de Julho e equipe do projeto; e um espetáculo cênico, onde alunos do projeto atuarão.

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