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A luta contra o Aedes aegypti ganha reforço na cidade baixa e em outros locais da cidade. Confira

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O combate ao mosquito Aedes aegypti segue intensificado em diversas localidades para evitar o aumento do número de casos de dengue, zika e chikungunya em Salvador. A ação promovida pela Prefeitura, por meio do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), vai abranger até sexta-feira (3) a Ilha de Maré e mais seis bairros: Piatã, Stella Maris, Praia do Flamengo, Ribeira, Uruguai e Bonfim.

As atividades serão realizadas nesta quinta-feira (2), a partir das 8h, em Ilha de Maré. Será feito o monitoramento dos focos do mosquito em mais de 140 imóveis, no posto de saúde e na escola municipal da localidade.

Em paralelo, agentes de endemia, em conjunto com a Empresa de Limpeza Urbana de Salvador (Limpurb), vão fazer mutirão de limpeza no conjunto Petromar, em Stella Maris. Na ocasião, serão usados três carros de aplicação do inseticida UBV Costal, que vai percorrer os locais escolhidos, além de inspeção em repartições públicas da região como o Abrigo Municipal São Pedro e o Centro de Atendimento Psicossocial (Caps).

Além disso, mais de 70 condomínios e mais de cinco mil imóveis serão visitados no Distrito Sanitário de Itapuã para inspeção e orientação. Os carros de som estarão nas ruas chamando atenção da população.

Cidade Baixa – Na sexta-feira (3), será a vez dos bairros da Ribeira, Uruguai e Bonfim, localizados na região da Cidade Baixa. Os agentes devem realizar inspeção em mais de 300 imóveis e um carro vai circular com UBV Costal nas localidades. No mesmo dia, em parceria com a Limpurb, um mutirão de limpeza será feito no Hospital de Custódia e Tratamento, na Avenida Afrânio Peixoto (Suburbana).

Denúncias – As atividades programadas acontecem após balanço das denúncias sobre focos nas localidades, através do Fala Salvador pelo número 156. “Estamos fechando o cerco contra o mosquito cada vez mais. Nós estamos redobrando os atendimentos das ações que já fazíamos como bloqueios ampliados, além dos atendimentos via Ouvidoria pelo 156”, explica a subgerente de Arboviroses do CCZ, Isolina Miguez.

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